O ALUGUEL ESTÁ
CARO PRA CARAMBA.
A era de ouro do SaaS acabou. Estamos entrando na era do desgaste. É hora de parar de pagar por software que odeia você.
O excesso
Na última década, aceitamos uma mentira: todo problema precisava de uma assinatura. Uma lista de tarefas? US$ 10 por mês. Um aplicativo de notas? US$ 15 por mês. Uma camada sobre um calendário? US$ 30 por mês por usuário.
O capital de risco despejou bilhões no "crescimento a qualquer custo", forçando empresas a inchar seus produtos com funcionalidades que ninguém pediu, só para justificar a próxima faixa de preço. Em vez de resolver problemas, construíram barreiras. Em vez de atendimento ao cliente, criaram chatbots que fazem você andar em círculos.
O resultado? Software lento, caro e hostil justamente às pessoas que deveria atender.
A eliminação
O mercado está se corrigindo. O dinheiro fácil acabou. Agora, esses gigantes inchados estão em pânico.
- Eles estão demitindo suas equipes de suporte.
- Estão implementando "padrões enganosos" para impedir você de cancelar.
- Estão vendendo seus dados para treinar modelos sem seu consentimento.
Isto não é um ciclo de negócios. É um evento de extinção. E, ao morrerem, tentarão levar seus dados junto.
A volta ao cuidado artesanal
"As pessoas podem criar o que quiserem."
Estamos no limiar de uma nova era. Com o poder da IA e de ferramentas modernas, um único desenvolvedor pode reproduzir o valor central de um SaaS de um bilhão de dólares em um fim de semana.
Não precisamos das suítes inchadas deles. Precisamos de ferramentas precisas. Precisamos de software que seja seu, não de software que seja dono de você.
Acompanhamos a morte da velha guarda não para lamentá-la, mas para abrir espaço para o que vem a seguir.
Pare de alugar. Comece a criar.
Se uma ferramenta não respeita você, abandone-a. Se não entrega seus dados, denuncie. Se é ruim, substitua.